Miquoloko Tecnologia

Inovações, pesquisas e produtos

Nintendo DS

Nintendo DS chega a 20 milhões vendidos no Japão


Outer Space
22.11.2007

O Nintendo DS, que completa três anos de existência em dezembro, já vendeu 20 milhões de unidades no Japão, de acordo com os últimos números divulgados pela Media Create.

O portátil, que é um fenômeno principalmente no Japão, teve seus melhores momentos durante o lançamento dos jogos da série Brain Age e com a introdução do modelo DS Lite, que corresponde a 14 dos 20 milhões de unidades vendidas até hoje para os nipônicos. Pelos números da Media Create, o DS é responsável também por uma fatia de 50,26% das vendas de hardware no Japão desde seu lançamento em 2004. Vendas de software para a plataforma também foram muito significativas no contexto do mercado japonês: 40% do volume de jogos vendidos desde 2004 é de títulos para o DS, segundo a Media Create. Os dois Brain Age, que venderam 8,35 milhões de cópias, representam quase 10% dessa estatística.

25, Novembro, 2007 Publicado por Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas - GOSP | Game, Hardware, Tecnologia | | Sem comentários ainda

Nanotecnologia

Nanotecnologia

 

Propriedade contraditória de nanoestrutura poderá criar novos componentes eletrônicos

Da redação
16/11/2007

Propriedades contraditórias de nanoestrutura poderá criar novos componentes eletrônicos

Imagine um pedaço de chumbo. Construa com ele uma esfera, um bastão e uma folha fina e você terá três objetos com formatos diferentes e apenas isso – todos continuam sendo chumbo e apresentando as mesmas propriedades físicas do elemento chumbo.

Efeitos quânticos

Agora pegue outro pedaço de chumbo, mas um pedaço extremamente pequeno, medindo alguns poucos nanômetros de tamanho. Faça os mesmos três objetos – uma nanoesfera, um nanobastão e uma película com poucos átomos de espessura. De forma surpreendente, além de formatos diferentes, os três nano-objetos vão apresentar características elétricas e magnéticas inteiramente diferentes, como se fossem construídos de materiais distintos.

A razão para isso é que, ao construir objetos tão pequenos, você entrou no reino da nanotecnologia, onde os materiais reagem obedecendo às leis da mecânica quântica e não mais da física clássica.

Forma altera propriedades

Os cientistas que lidam com o mundo nanométrico já sabiam que basta mudar o formato dos materiais para que eles tenham propriedades diferentes. Mas a pesquisa da Dra. Inna Ponomareva e seus colegas da Universidade de Trieste, na Itália, ilustrou esse aspecto como poucas pesquisas haviam feito até agora.

A Dra. Ponomareva estava trabalhando com o zirconato de chumbo, um material ferroelétrico – materiais ferroelétricos são aqueles que apresentam uma polarização mesmo depois que o campo elétrico que produz esse efeito magnético foi desligado.

Suscetibilidades

Ao construir nanoestruturas com o zirconato de chumbo, as cientistas descobriram que o formato altera duas propriedades-chave do material – a chamada suscetibilidade interna, que determina alterações da polarização em relação a um campo interno, e a suscetibilidade externa, que determina alterações da polarização do material em relação a um campo elétrico externo. Um terceiro aspecto, chamado suscetiblidade intrínseca, é uma característica da composição química do material e não se altera com o formato.

Propriedades contraditórias

O elemento mais importante da descoberta, contudo, é que essas alterações acabam criando propriedades contraditórias, o que torna o material de grande interesse para uso na nanoeletrônica. Em nanoescala, a suscetibilidade interna do zirconato de chumbo pode ficar negativa – em outras palavras, um campo elétrico positivo cria uma polarização negativa no interior do material.

Até agora se acreditava que essa inversão não conseguisse criar uma resposta estável, de forma que os cientistas não imaginavem em explorar mais essa propriedade.

Alto coeficiente dielétrico

Materiais com alto coeficiente dielétrico estão na base dos mais recentes avanços da microeletrônica.

Dielétricos elevados significam que os projetistas podem construir componentes mais sensíveis. Logo, saber como maximizar essa propriedade em nanoescala irá permitir a construção de circuitos ainda mais eficientes e menores.

Bibliografia:
Dielectric anomalies in ferroelectric nanostructures
Inna Ponomareva, Laurent Bellaiche, Raffaele Resta
Physical Review Letters
2007
Vol.: Accepted for publication

Fonte – Inovação Tecnológica

16, Novembro, 2007 Publicado por Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas - GOSP | Tecnologia | | Sem comentários ainda

Espaço

Satélites de Marte podem ser objetivo melhor do que Lua e Marte

 

A NASA quer colocar seus astronautas de volta na Lua em 2020. E, a depender dos resultados, dos avanços tecnológicos e do seu orçamento, chegar a Marte alguns anos depois. Mas este não é um bom plano, de acordo com cientistas de uma instituição privada, sem fins lucrativos, chamada Instituto Marte.

Esqueça a Lua e Marte

Segundo os estudos do Instituto Marte, as luas de Marte, Fobos e Deimos, são objetivos muito mais razoáveis e que podem ser alcançados em apenas 10 anos, muito antes do que a NASA se propõe para chegar à nossa Lua.

Pode parecer estranho, já que nossa Lua está a apenas três dias de vôo de uma espaçonave com a tecnologia atual. Para chegar às cercanias de Marte levaria cerca de seis meses. Mas as vantagens estão na gravidade, que poderia simplificar enormemente o projeto e o tamanho das naves.

A Força da Gravidade

A gravidade da Lua equivale a um sexto da gravidade da Terra. Isso é forte o suficiente para exigir que as naves acionem retro-foguetes de desaceleração para pousar lá. E, para decolar, precisam novamente dos foguetes.

As duas operações, pouso e decolagem, consomem toneladas de combustível, aumentam o tamanho da nave e do foguete necessário para lançá-la e fazem com que o custo da missão suba milhões de dólares.

A Fraqueza da Gravidade

Já as duas luas de Marte são diminutas, possuindo uma gravidade equivalente a 1 milésimo da gravidade da Terra. Pousar lá não seria muito diferente do que acontece hoje quando os ônibus espaciais se atracam à Estação Espacial Internacional.

Pascal Lee, do Instituto Marte, afirma que colocar um astronauta em Marte custaria entre 200 e 300 bilhões de dólares. Já uma ida a Fobos ou Deimos não custaria mais do US$30 bilhões.

Estudos indiretos

Parece ser uma proposta difícil de se engolir. Afinal, quem se contentaria em viajar seis meses para não pousar em Marte? Não seria como ir a Paris e não ver a Torre Eiffel?

Mas os pesquisadores afirmam que há muito interesse científico nas duas luas marcianas e que podemos aprender muito do próprio planeta estudando-as. Hoje pouco se sabe de Fobos e Deimos, a não ser que elas são negras como asfalto.

Há muitas especulações sobre sua origem, mas nenhuma teoria bem fundamentada. E os cientistas acreditam que sua proximidade do planeta aumenta muito a chance de que meteoritos da superfície de Marte sejam encontrados lá, o que permitiria estudar o planeta por apenas 10% do custo.

A Rússia planeja enviar uma sonda robótica a Fobos em 2009, a Phobos-Grunt. O projeto é fazer com que a sonda desça, recolha amostras e traga-as de volta à Terra.

Fonte – Inovação Tecnológica.

15, Novembro, 2007 Publicado por Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas - GOSP | Tecnologia | , , , | Sem comentários ainda

Plataforma móvel do Google

Plataforma móvel do GOOGLE

 

FRANKFURT (Reuters) – Os rivais do Google vêem o líder das buscas na web como um concorrente que chegou atrasado ao mercado de telefonia móvel e dizem que o plano da empresa para ter software voltado a celulares pode promover mais uso da Internet nos aparelhos, mas não ameaçará concorrentes já estabelecidos.

Os analistas, no entanto, dizem que os Google talvez seja capaz de perturbar o status quo no setor de telefonia móvel, dominado por um pequeno grupo de grandes fabricantes de celulares e por operadoras regionais de telefonia que muitas vezes exercem controle rígido sobre as escolhas dos clientes.

Os planos do Google, anunciados na segunda-feira, colocarão a empresa em disputa direta contra rivais como a líder entre os produtores de celulares, a Nokia, bem como Microsoft, Apple e Research in Motion, fabricante do Blackberry. Cada uma dessas empresas propõe um sistema operacional diferente para os celulares.

“Se o Google não estivesse envolvido o setor teria simplesmente bocejado e continuado a dormir”, disse à Reuters John Forsyth, vice-presidente de estratégia da Symbian, produtora britânica de sistemas operacionais para celulares.

Construir uma plataforma sobre um sistema operacional de fonte aberta e projetado coletivamente, com base no Linux, será difícil, ele afirma.

A Nokia, que detém participação de 48 por cento na Symbian, era a ausência mais notável na lista de mais de 30 colaboradores que o Google divulgou sobre o projeto de software de fonte aberta para aparelhos móveis.

“Não consideramos que isso represente uma ameaça”, disse um porta-voz da Nokia.

Uma porta-voz da UIQ, uma produtora de software para celulares inteligentes controlada pelas fabricantes de celulares Sony Ericsson e Motorola, disse que “em termos gerais, é uma notícia positiva para o setor”.

O Google anunciou que trabalharia em colaboração com algumas das maiores empresas mundiais de telecomunicações, entre as quais a operadora de telefonia móvel T-Mobile, a fabricante de chips Qualcomm e a Motorola, para desenvolver uma plataforma de software para telefonia móvel chamada “Android.”

(Reportagem de John Bowker em Londres, Tarmo Virki em Helsinque, Daisuke Wakabayashi em Seattle e Adam Cox em Estocolmo)

8, Novembro, 2007 Publicado por Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas - GOSP | Tecnologia | , | Sem comentários ainda

Games on Line

Uma receita interessante para jogos on line

Essa semana fui convidado a testar o jogo Hellgate: London. A história mistura demônios e templários em uma luta sem fim nas ruas e galerias subterrâneas de Londres. O jogo é feito por uma equipe de ex-funcionários da Blizzard, empresa responsável por desenvolver o game Diablo e sua continuação Diablo II.

A questão não é bem o que acontece ou deixa de acontecer no game, mas sim o sistema multiplayer que ele deve utilizar. Há algum tempo a NCSoft lançou o Guild Wars. Você pode jogá-lo sozinho ou em grupo, em uma conexão via internet. Mais ou menos como um Massive Multiplayer Online, ou MMO. A diferença é que não há necessidade de pagar uma quantia mensal para usufruir do serviço.

Hellgate também usa um sistema parecido. Há centros especiais onde centenas de jogadores ficam reunidos. Após formar um grupo, eles saem para completar missões em zonas instanciadas (exclusivas para cada grupo). A diferença é que é possível pagar uma mensalidade que garante atualizações com novos itens e novas missões. Totalmente facultativo.

Mais ou menos o que temos em games como o Gumbound. Você paga por novo conteúdo, ou itens, só se quiser. Talvez essa seja uma ótima idéia para começar a cultivar a idéia de ter os MMOs dentro do país.

O game Anarchy Online, por exemplo, oferece uma versão básica totalmente grátis. Se os usuários quiserem evoluir, devem comprar novas expansões que incluem equipamento e áreas para explorar.

Pagar para jogar ainda é uma grande barreira para muitas pessoas. Esses jogos mostram que isso pode ser divertido e até valer a pena, abrindo as portas para games mais elaborados.

Fica a idéia para quem quiser tentar. Seria ótimo ver um game assim no mercado nacional.

Links interessantes sobre MMOs:

www.mmobrasil.com.br (comunidade de jogos on line)
www.gwbarsil.com.br (comunidade de GW no Brasil)
hellgate.vault.ign.com (comunidade de Hellgate em português)
www.eve-br.com (comunidade nacional de EVE-Online)

Fonte – Blog do Editor

3, Novembro, 2007 Publicado por Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas - GOSP | Game, Software | , | Sem comentários ainda

Aplicativos para Orkut

Como fazer mini-aplicativos para Orkut utilizando a API OpenSocial

 

Lançada oficialmente na última quinta-feira, o OpenSocial da Google permite que qualquer pessoa, em poucos minutos, desenvolva mini-aplicativos e ferramentas interessantes para o Orkut e uma vasta rede de comunidades que já utiliza a sistema (Engage.com, Friendster, hi5, Hyves, imeem, LinkedIn, MySpace, Ning, Oracle, Plaxo, Salesforce.com, Six Apart, Tianji, Viadeo e XING).

Para iniciar a construção de qualquer aplicação utilizando a API do OpenSocial, você deve visitar a documentação oficial (por enquanto, apenas em inglês) e entender como um Gadget utilizando esta API deve ser construído. Lá você encontrará tutoriais e exemplos que o ajudarão a construir rapidamente seus mini-aplicativos.

Para iniciar o desenvolvimento de aplicações para o Orkut, é necessário que você solicite autorização para utilizar o SandBox. Após ser aceito no serviço, novas funcionalidades irão aparecer na sua conta do Orkut, permitindo a visualização de mini-aplicativos além da possibilidade de construir e utilizar outros mini-aplicativos criados pela comunidade.

O leitor Afonso França já foi aceito e nos enviou algumas telas do SandBox dentro do Orkut, além de algumas dicas de como proceder para construir os mini-aplicativos. Veja:

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Mais imagens podem ser encontradas no site do Google Code, juntamente com alguns tutoriais.

Após fazer um gadget no formato XML, é só publicá-lo em algum servidor e usar a caixa “Add Application by Url” mostrada na primeira imagem da seqüência enviada pelo Afonso.

A aplicação será exibida dentro do Orkut, como pode-se visualizar na terceira imagem, onde para testes ele inseriu a logo do Undergoogle.

Segundo o Afonso, tanto o desenvolvimento quando a exibição das aplicações encontram-se instáveis, justificando a necessidade de autorização para utilizar o serviço.

Aos interessados que forem testando o novo recurso, fica o espaço aberto nos comentários deste post, além de nossa comunidade no Orkut. E lógico, ficaremos felizes de publicar um post, nos próximos dias, com os mini-aplicativos mais interessantes desenvolvidos por nossos leitores.

E para manter-se ligado às novidades, visite o Blog Oficial do OpenSocial API.

Fonte UnderGoogle

3, Novembro, 2007 Publicado por Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas - GOSP | Não categorizados | | Sem comentários ainda

Rede social

MySpace se junta ao Google e reforça projeto da ‘web social’

Rede social mais popular do mundo adere à plataforma para padronização de recursos.
Com o projeto, ferramentas serão compatíveis com diversos sites de relacionamento.

JULIANA CARPANEZ Do G1, em São Paulo

O MySpace, site de relacionamentos mais popular do mundo, se juntou nesta quinta-feira (1) ao Google no projeto OpenSocial, que cria uma plataforma única para o desenvolvimento de aplicativos compatíveis com diversas redes sociais. Além do MySpace, o Orkut, o LinkedIn, o hi5, o Friendster, o Plaxo e o Ning fazem parte dessa aliança que tem como objetivo aumentar exponencialmente a quantidade de recursos oferecidos pelas páginas.

Acrescentar o MySpace ao projeto, lembra a agência de notícias Reuters, dá à plataforma liderada pelo Google uma força maior contra o Facebook, que abriu o seu site a desenvolvedores em maio e desde então viu sua base de usuários crescer para mais de 50 milhões de pessoas. De acordo com o site de monitoramento Alexa, o MySpace é a rede social mais popular do mundo, seguida pelo Facebook, hi5 e Orkut –- os sites aparecem, respectivamente, como o sexto, o sétimo, o nono e o décimo mais acessadas de todo o mundo.

Se juntos os sites de relacionamento já ligados ao projeto OpenSocial somavam cerca de 100 milhões de usuários, agora eles ganham um reforço de peso com o MySpace, que tem cerca de 110 milhões de membros cadastrados. De acordo com o Google, o objetivo do projeto é criar uma internet mais social, em que as pessoas possam acompanhar os hábitos, gostos e ações de outros usuários.

“O projeto não tem qualquer relação com a parceria entre Facebook e Microsoft. Nossa iniciativa não é uma resposta à parceria entre essas duas empresas”, disse em entrevista à imprensa brasileira Joe Kraus, diretor de gerenciamento de produtos do Google. Na semana passada, a Microsoft pagou US$ 240 milhões por 1,6% do Facebook e, com isso, tornou-se a fornecedora oficial da plataforma de anúncios dessa rede social.

 O Facebook foi lançado em 2004 por Mark Zuckerberg, hoje com 23 anos, que rejeitou no ano passado uma oferta de compra de US$ 1 bilhão feita pelo Yahoo. Atualmente, o site está avaliado em US$ 15 bilhões.

 

Desenvolvedores

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Reprodução

Imagem mostra conceito do OpenSocial, de adicionar recursos às redes sociais.

Nessa fase inicial, o OpenSocial está voltado somente para desenvolvedores – no endereço code.google.com/apis/opensocial/ estão as instruções para os desenvolvedores criarem e disponibilizarem seus aplicativos. Esses recursos, que levam o nome de “widgets”, serão programados nas linguagens HTML e Java Script. “É como se o Google tivesse contratado mil engenheiros para contribuir com o Orkut”, comparou Zachary John, gerente de produtos dessa rede social, em entrevista à imprensa brasileira.

Por enquanto, as novidades ainda não estarão disponíveis para os usuários desses sites. “A data de estréia das novidades ainda não foi definida. O lançamento para o público vai acontecer no momento em que o projeto estiver bom o bastante para isso”, afirmou Eduardo Thuler, gerente de produtos do Google. Então, será possível adicionar às páginas das redes sociais uma infinidade de recursos criados pelos desenvolvedores que seguem os padrões do projeto OpenSocial.

O site de relacionamentos Facebook, que não está ligado à parceria, criou essa possibilidade e atualmente oferece a seus internautas mais de sete mil widgets. Com essas ferramentas, o internauta pode divulgar para onde já viajou, as línguas que fala, colocar papéis de parede personalizados, informar o livro que está lendo e criar sua árvore genealógica, por exemplo. As possibilidades são inúmeras e marcam um novo momento das redes sociais: a da batalha dos recursos, que passaram a ser utilizados para atrair mais público.

Os desenvolvedores das aplicações do OpenSocial – assim como aqueles que criam widgets para o Facebook — poderão lucrar com suas invenções. Para isso, podem associar a seus produtos os serviços de divulgação de anúncios, a principal fonte de lucros do Google. “Um widget que exibe os vídeos favoritos dos usuários e de seus amigos poderá também mostrar links de empresas que vendem filmes”, exemplificou Zachary John. Os anúncios associados aos widgets não serão divulgados dentro das redes sociais: eles aparecerão quando o internauta clicar no aplicativo, abrindo uma página própria dessa ferramenta.

De acordo com o Google, não haverá uma censura prévia dos recursos disponibilizados pelos desenvolvedores. Se os responsáveis pelo gerenciamento das redes encontrarem ferramentas inapropriadas, elas poderão ser excluídas.

 Gráfico social

Alexandre Hohagen, diretor-geral do Google Brasil, afirmou em entrevista ao G1 que essa vasta oferta de recursos fez com que os usuários redescobrissem as redes sociais. “Eles passaram do nível de simplesmente enviar e receber mensagens, para começar a entender as intersecções de interesse entre as pessoas cadastradas nesses serviços”. O executivo define essa possibilidade de os usuários acompanharem as ações de seus amigos ou das pessoas que admiram como “gráfico social”.

E as informações que compõem esse gráfico são oferecidas principalmente pelos inúmeros recursos das redes sociais. Quanto mais dessas ferramentas, mais os usuários poderão saber sobre as pessoas que lhes interessam.

No foco dessa guerra pela oferta de recursos está a conquista por novos usuários das redes sociais (eles também podem funcionar como um motivo para os “veteranos” não migrarem para outros sites). Uma das principais razões pelo grande interesse nos usuários é simples: superpopulosos, os universos digitais atraem anunciantes, que estão dispostos a pagar para mostrar seus produtos e serviços a grandes audiências.

“As grandes redes sociais estão ligadas a empresas que querem explorar ao máximo o valor econômico de seus produtos. Para isso, elas oferecem aos anunciantes a possibilidade de relacionamento com um universo muito vasto de pessoas”, explicou ao G1 Marcelo Coutinho, diretor-executivo do Ibope Inteligência.

Fonte – G1 (Globo.com)

3, Novembro, 2007 Publicado por Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas - GOSP | Software | , , | Sem comentários ainda